Marketing Viral – Um vírus que vira uma “praga” bem-vinda!

        A viralidade advém da vontade natural do ser humano de partilhar algo que o marcou, da necessidade de comunicar e de socializar com outros cidadãos. Algo que a Internet veio facilitar e favorecer pelas barreiras que veio abolir. Com a Web essa partilha está à distância de apenas um clique – o denominado word-of-mouse. Assim, tornar uma acção viral é basicamente transformar os utilizadores num verdadeiro canal de media gratuito. Desta forma, os custos são ínfimos comparados com o retorno que poderá trazer, representando uma vantagem muito importante a ter em conta.

        Pode dizer-se então que Marketing Viral é uma ferramenta que tem como objectivo atingir um elevado número de consumidores ao menor custo possível. Consiste em transmitir uma mensagem que “contamine” o receptor ao ponto de o fazer partilhar a mensagem com a sua rede de contactos, promovendo a marca/produto, comprando algo ou subscrevendo algum serviço.

        Uma das primeiras acções de Marketing Viral na Internet foi realizada pelo Hotmail. Esta incluía um convite para assinar o serviço no final de cada e-mail enviado por alguém que já era assinante. O Marketing Viral não consiste apenas na propagação voluntária, do convite de um amigo para participar numa rede social, ou compulsória, como a comunicação acrescentada no final de mensagens de e-mail. Muitas vezes o objectivo é apenas criar rumor sobre determinado assunto para que as pessoas se sintam motivadas a compartilhar essa informação com amigos – word-of-mouth.

(Consultado dia 29.04.2011 http://www.slideshare.net/1atocomunicacao/mkt-viral-texto-1261824).

        No entanto, apesar das vantagens supracitadas é também uma ferramenta com com algumas desvantagens, como  o elevadíssimo risco para as marcas que utilizem esta técnica, pois é muito difícil de controlar quem é impactado com a mensagem, bem como prever o seu sucesso, porque a sua disseminação depende da vontade dos utilizadores. Mas, caso o seu conteúdo seja útil ou entretenimento, tenha um contexto subjacente e actual e uma boa rede de contactos inicial para a sua disseminação, as hipóteses de sucesso são bastante reais. Concluindo, pode dizer-se que esta ferramenta é muito importante para as marcas, nomeadamente quando o objectivo passa pela notoriedade.

Regras para fazer um viral de sucesso:

  • Ser feito para ser remixado;
  • Apostar no título descritivo associado ao vídeo e testar vários nomes que suscitem interesse;
  • Escolher bem a imagem para “thumbnail”, pois esta é um factor que poderá influenciar o visionamento do vídeo ou não;
  • Escolher tags que associem o nosso vídeo a outros vídeos muito visto, para que assim se consiga aumentar o tráfego para o nosso;
  • Interacção com os utilizadores, responder a comentários e alimentar a conversa para o viral não cair no esquecimento, é necessário alimentar constantemente a “contaminação”;
  • É necessário espalhar o vídeo rapidamente para se conseguir chegar ao “daily most viewed” pois nessa altura o nosso viral ficará mais visível e exposto favorecendo exponencialmente a sua visualização e maximizando a sua viralidade.

 Referências Bibliográficas:

Ryan, D.; Calvin, J. [2009] Understanding Digital Marketing: Marketing Strategies for Engaging the Digital Generation. pp. 276.

http://www.slideshare.net/1atocomunicacao/mkt-viral-texto-1261824 (Consultado dia 29.04.2011)

http://www.slideshare.net/daniloua/apresentao-tp01-marketing-viral (Consultado dia 29.04.2011)

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